Aqui cabe uma introdução...
Mas não sei se deixo a fruição da emoção mediar a escrita, torta, e morta, melancólica.
Cai hoje na real que lidar consigo mesma é aceitar com toda a sinceridade, lidando com a impulsividade os sentires e pensares que nos afligem.
Lembrei de um dia, um beijo, uma tarde intensa, um desejo e uma cama quebrada.
Lembrei como transformei tudo isso numa loucura tempestade por eu estar sozinha numa cidade com um filho, e como conversar, falar e pensar sobre isso me causou desconforto, mágoas e perdas.
Depois de passado um tempo, vejo como o diálogo e a sinceridade, além do auto-amor pode possibilitar encontros de almas sem a necessidade que eles acabem nos lençóis ou gere obsessões, e to tentando curar isso com o pensamento, que tenho maturidade para escolher da melhor forma o que fazer da minha vida...
Nesse ano vivi muitas coisas leves e intensas, sem o peso de ser um sofrimento, apesar de me cansar e eu ter tido pouco tempo pra balancear...
Balanceando vou escolhendo quem eu quero ser, e por hora escolho ser o meu maior amor, confiando que as vezes o pensamento vem pra outros entendimentos mais leves.
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