quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Balanços balançantes de 30 anos em meses

Aqui cabe uma introdução...

Mas não sei se deixo a fruição da emoção mediar a escrita, torta, e morta, melancólica.

Cai hoje na real que lidar consigo mesma é aceitar com toda a sinceridade, lidando com a impulsividade os sentires e pensares que nos afligem.

Lembrei de um dia, um beijo, uma tarde intensa, um desejo e uma cama quebrada.

Lembrei como transformei tudo isso numa loucura tempestade por eu estar sozinha numa cidade com um filho, e como conversar, falar e pensar sobre isso me causou desconforto, mágoas e perdas.

Depois de passado um tempo, vejo como o diálogo e a sinceridade, além do auto-amor pode possibilitar encontros de almas sem a necessidade que eles acabem nos lençóis ou gere obsessões, e to tentando curar isso com o pensamento, que tenho maturidade para escolher da melhor forma o que fazer da minha vida...

Nesse ano vivi muitas coisas leves e intensas, sem o peso de ser um sofrimento, apesar de me cansar e eu ter tido pouco tempo pra balancear...

Balanceando vou escolhendo quem eu quero ser, e por hora escolho ser o meu maior amor, confiando que as vezes o pensamento vem pra outros entendimentos mais leves.

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