Poesia espontânea de tempo de procura
Cotidianamente me busco
Ao mirar o espelho
No olhar da cria
No olhar da criança
No escrito na timeline
No escrito na cabeça que nunca foi escrito no papel
me busco
E me sinto desencontrada
Quando me deparo
Com coisas que de improvisadas
Não tem nada
Me sinto incomodada
Com a amizade forçada
Com a bebedeira interesseira
Com relação ao riso comprometido
Me parece um tanto bandido
Querer roubar poemas de amor
De quem ama amar o outro