segunda-feira, 19 de agosto de 2019


Poesia espontânea de tempo de procura




Cotidianamente me busco

Ao mirar o espelho

No olhar da cria

No olhar da criança

No escrito na timeline

No escrito na cabeça que nunca foi escrito no papel

me busco





E me sinto desencontrada

Quando me deparo

Com coisas que de improvisadas

Não tem nada







Me sinto incomodada

Com a amizade forçada

Com a bebedeira interesseira

Com relação ao riso comprometido

Me parece um tanto bandido

Querer roubar poemas de amor

De quem ama amar o outro










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