A famigerada paciência
Em disputa com a famigerada ansiedade
Tempo de caos
Em que o brilho no olhar tem que acabar em noite de prazer
Ceder...
Cedi a emoção ao medo e silenciei
Com medo de parecer egoísta me calei
Mais uma vez, transvestida de liberdade
Vem-me a opressão
Aquela história de verdade
Ser a verdade do coração
Agora fico celibatária subindo pelas paredes
Sem uma resposta
Com medo de fazer perguntas
Ainda insegura fico achando que faltei com a paciência a mim
E fiquei ansiosa por você
Não fiz nada que quis
Nem o que era verdade
O que o coração pressupôs querer
E agora?
Vazios me pedem paciência
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